A Sabedoria Sagrada ou Nativa Feminina relaciona-se a todo o conhecimento experiência relativo a vida integral da mulher liberta e sagrada, ou seja, a mulher conectada ou reconectada a sua feminilidade essencial, seu poder interior; a mulher integrada a Terra, a natureza e as outras diversas dimensões da vida, além do plano físico.

Vivenciando o SAGRADO FEMININO em plenitude!

Shakti Vidya (Illa Qoya Yachay, Theasofia, Willka Warmi Yachay) – Sabedoria Sagrada (Nativa) e Iniciática Feminina – Saberes Ancestrais Femininos




“la Sacerdotisa de Pachamama, de Chaska, de Qoylur,
La Reina de Allpamama,
Reina de la Naturaleza,
Qoya Willka , Illa Warmi, Illa Aclla”
As Sacerdotisas Iluminadas e Rainhas Sagradas da Natureza, da Terra e das Estrelas !

Shakti Vidya, Theasofia ou Qoya Yachay corresponde a Sabedoria  Sagrada (Essencial, Nativa) Feminina, Os Saberes Ancestrais para a reconexão e reintegração da mulher – um programa de Conhecimentos e Práticas para Revelar, reconectar a Essência Iluminada Feminina.

Qoya Yachay ou Shakti Vidya é o Caminho Sagrado Feminino (Sacralidade Feminina) para o despertar da Mulher;  o Caminho da Mulher Iluminada: As misteriosas e secretas sabedorias ou saberes e práticas de reconhecimento e uso do Poder Essencial das mulheres para seu Despertar Pleno. Segredos dos Círculos Sagrados Femininos  –

SHAKTI VIDYA ou  (Theasofia, theasophia – inclui a tealogia ou thealogia e Illa Warmi Yachay) são alguns dos nomes da sabedoria das grandes sacerdotisas (Mahashaktis) e xamãs sobre essência do despertar do poder e consciência plena feminina ou do feminino sagrado, liberto, iluminado, A Sacralidade Feminina. Esta Sabedoria era ‘guardada’ por verdadeiras sacerdotisas, shamas (xamas, pajes), ‘bruxas’, em diversas regiões do planeta como no norte da Índia, Sibéria, antiga Anatólia, Egito e  até mesmo nas Américas. Em alguns lugares, com o tempo, foi se perdendo a base desta sabedoria por ter que se manter tanto segredo, mas ainda é possível se conhecer alguns resquícios dela. Outras regiões, mantiveram grupos muito restritos de mulheres que conseguiram manter vivas, mesmo que escondidas, tal conhecimento. Somente agora, com o início de um novo tempo em que Consciências Superiores devem ser ‘ancoradas’ na Terra para o despertar de, pelo menos. um ‘quanto’ da Humanidade para ser possível um novo e mais consciente ciclo, é que esta sabedoria deve ser ‘aberta’.

Esta sabedoria também chamada de sabedoria iniciática ou tradição iniciática feminina estava ‘escondida’  desde o final de uma grande civilização anterior a nossa, a civilização Atlante, mas que vem sendo e deve ser Revelada em seus segredos e mistérios sobre o verdadeiro despertar espiritual da mulher, que inclui os segredos sobre os corpos físico, etérico, astral e mental da mulher, assim como realinha-los e reintegra-los para o despertar da consciência plena na mulher.

A verdadeira harmonia física, psíquica e espiritual da mulher é possível através do reconhecimento do seu Poder Sagrado (ou chamado de Poder ‘Interior’) de atração ou recepção (e também intermediação) da Vontade (propósito) interior (e superior) e o poder de ‘geração’ da Consciência Suprema. O Poder Interior é a orientação inteligente da energia-força básica ou essencial e vital que, nas mulheres já está presente, mas não é reconhecida ou ativada (também devido a ‘alterações’ do corpo físico e sutil – corpo etérico ou sensível e corpo astral ou emocional – da mulher em nossa civilização). Este poder não precisa ser ‘despertado’, pois já é a essência da mulher, mas deve ser reintegrado para que a consciência plena seja gerada. A Sabedoria Sagrada (nativa, original) Feminina, é uma Tradição Feminina, guardiã destes conhecimento que torna o caminho bem mais rápido e eficiente para o grande despertar da mulher.

Usamos a palavra Shakti (em sanscrito) que é a Essência Feminina Original, Arquetipal, é literalmente o Poder Supremo – o Poder da ‘Consciência’ (Poder espiritual, absoluto). É a polaridade feminina da Unidade e da Totalidade. Qoya é a contraparte a Rainha Divina dos Incas, corresponde a sacerdotisa de alto nível.

O Programa Shakti Vidya (sanscrito) também chamado de Theasofia ou Thealogia (grego – sabedoria, saber e estudo da “Deusa” – Shakti – o princípio feminino), Illa Warmi Yachai (quechua) é um conjunto conhecimentos, métodos, técnicas que objetivam a harmonia, a cura e a autoconsciência e autorealização da mulher, através da conexão, integração e identificação com a Essência pura, a verdadeira feminilidade em todos os seus aspectos.

Este programa de AUTOCONSCIÊNCIA E AUTORREALIZAÇÃO é um processo gradual, mas muito mais rápido para as mulheres do que os demais métodos de autorrealização propostos por todas as sabedorias e filosofias conhecidas que se focavam, principalmente na libertação e iluminação principalmente de homens. Isso tem uma explicação, pois faz parte dos segredos escondidos pelas sacerdotisas iniciadas na Grande Sabedoria das ‘Deusas’ (Deusa é melhor entendido aqui como Shakti – O Princípio ou Arquétipo Feminino).

As mulheres possuem útero, ovário (glândulas endócrinas), hormônios e taxas hormonais (diferentes dos homens) que são as manifestações de uma energia (poder) num nível mais sutil (que também é difrente dos homens). Esta energia-poder é como uma sabedoria própria, essencial, presente (porém ‘esquecida’) nas mulheres. Tal energia-poder-força só existe em latência e é muito inconsciente no homem.  Tal energia-sabedoria foram ocultadas e reprimidas com o advento desta civilização atual (mais de 12000 anos)  que teve a necessidade de trabalhar a racionalidade e a inteligência concreta, ou seja o masculino. Os motivos por esta ocultação está relacionado ao fim da civilização anterior a nossa (a civilização Atlante). Porém, agora, com o florescer de um novo ciclo, onde a mente abstrata ou de síntese deve ser o foco no desenvolvimento coletivo, vários destes conhecimentos estão sendo abertos e reorientados para acelerar este processo de autoconsciência tanto das mulheres como para que elas possam também ativar a freqüência ou vibração adequada e ancorar a sabedoria necessária para este momento evolutivo em toda a Terra. Ou seja, a feminilidade sagrada é uma expressão natural da mulher, é o caminho, a ponte para o despertar da masculinidade sagrada e assim a geração da ‘androgenidade’ sagrada (a harmonia entre o princípio feminino e masculino) presente na Consciência Superior Plena (o resultado, o filho!).